Sexta-feira 13 chegou!
Para alguns, é dia de evitar quebrar espelhos , passar embaixo de escadas e outras supertições. Para outros, é só mais uma oportunidade de encarar a vida com bom humor e, claro, de revisar contratos e cumprir prazos!
Mas de onde veio essa fama de “dia do azar”?
A origem do mito da sexta-feira 13 mistura história, religião e cultura popular. O número 13 há muito tempo é visto como símbolo de azar, talvez porque tradicionalmente o número 12 represente completude (12 meses do ano, 12 signos, 12 apóstolos…).
A sexta-feira também carrega um peso histórico, para os adeptos do Cristianismo, o número 13 está associado ao azar por conta da última ceia de Jesus (13 pessoas, incluindo Jesus) pois antecedeu a crucificação e morte de Cristo — que ocorreu em uma sexta-feira.
Soma-se a teoria a linha de pensamento que acredita que como o número 12, na Bíblia, é referenciado várias vezes como algo ligado a perfeição, o número seguinte seria o oposto.
A superstição se consolidou mesmo em 1307, quando o rei Felipe IV da França, numa sexta-feira 13, mandou prender os Cavaleiros Templários, acusando-os de heresia. Spoiler: não teve devido processo legal. Já naquela época, um bom advogado teria feito falta!
Na cultura pop, filmes como Sexta-feira 13 (aquele mesmo, do Jason) reforçaram o misticismo do dia — transformando a data em sinônimo de sustos, suspense e… memes.
Mas cá entre nós, no mundo jurídico, a única coisa assustadora mesmo é prazo processual vencendo na sexta-feira à tarde.
Então, aproveite o dia com leveza — superstição é opcional, mas cumprir prazos e manter a jurisprudência em dia é obrigação!
Feliz sexta-feira 13!
Equipe Roge Advocacia



